o Gabriel Thomaz já cantou aquilo tudo que eu tento dizer:
Eu fico o dia todo imaginando onde você está
O que você estará fazendo numa hora dessas
Será que aconteceu alguma coisa
Que te fez lembrar de mim?
Será que a gente estará junto no futuro?
Acho que sim.
Todo dia, toda hora, o tempo todo
Eu tô falando em você
E toda vez que isso acontece
eu tento disfarçar, desdizer
Pra que ninguém perceba o que se passa no meu coração
Eu me pergunto
Eu consegui dissimular?
Acho que não.
Eu estou a 300 kilômetros por hora
Na sua direção
Sem freio
Faço questão de ficar com você
Existem mil e um inconvenientes
Em se amar alguém
É claro que existem artifícios, empecilhos e malefícios
Essa é apenas uma das mil e uma noites mal dormidas
existem muito mais desses suplícios, suicídios e outros vícios
Meu Deus, como é difícil amar alguém
é assim, é difícil, é louco e dói mesmo.
could i be happy with something else?


i need something to fill my time
-> It’s not the lack of trying
Can’t put my finger on it
.
.
could i be happy with someone else?

i need someone to fill my time
-> What I want’s what I we get
um ano se passou de um ano e meio anterior.
mudam-se os lugares, os cabelos, os pesos e as medidas.
não mudam-se os olhares, não muda o amor. ah, muda sim: aumenta e fortalece, me enobrece e nos enriquece.
=*
look!

Originally uploaded by his bloody valentine
ps: não me canso de olhar pra você
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na esquina da consolação
com a paulista
me perdi de vista
virei artista
equilibrista
meio mãe
meio menina
meio meia-noite
meio inteira
inteiramente alheia
toda lua cheia

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poema: alice ruiz
desenho: licensetoconfuse
me calo e penso. tento ouvir meus pensamentos
os dedos deslizam e eu, liso, escapo com o vento
me cutuco e me fuço, me arranco de dentro
não saio, volto e me reencontro
por que não pra fora pra se sentir bem?
retorna e confunde e nem digo o porquê
me atraio, começo, desisto e me traio
preciso mas não consigo
o teclado é macio e conforta os dedos
mas pra onde foram meus pensamentos?
prometo tentar, prometo me gravar
depois é só reproduzir.
acaricio e recomeço, me traio: eu confesso!
mas não consigo tirar de mim em palavras escritas
apenas escuto ecoarem as minhas palavras não-ditas
escrevo e deleto, me desenho e me apago
me anulo, não nego
tento sair, penso em ler
mas não sei e nem consigo escrever.
a dor é imensa quando
lhe soa como cobrança
meu “te amo”
- “só enquanto eu respirar (bem e/ou mal) vou me lembrar de você”
“Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não pára…
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara…
Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência…
O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência…
Será que é tempo
Que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo
Prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara…”