license to confuse

Março 22, 2007

passssado…

Arquivado em: Uncategorized — licensetoconfuse @ 4:34 pm

A- “queria saber se você já chegou naquela fase em que acha que eu não te dou atenção suficiente…”
B- “por quê ?”
A- “as pessoas acham isso”
B- “não… eu estou na fase em que fico bobo com tudo o que você faz”
A- … (no reaction at all)

*PS1: “Não tô nem aí pra quem me diz que isso é loucura, da minha vida quem cuida sou eu, em breve: você…”

*PS2: “Se eu pudesse” – Auf Der Maur (“Would if I could” – Tradução)

Hoje eu estou perdida sem você,
Eu esqueci como é estar sem você
Sim, você sabe que eu ficaria sozinha,
Sim, eu ficaria se eu pudesse ficar sozinha.

Mas por hoje eu estou perdida sem você,
Eu preciso saber estar sem você,
Preciso de um jeito de encontrar apenas um pouco de você.

Sim, você sabe que eu ficaria sozinha,
Sim, se eu pudesse, eu ficaria em casa,
Você não sabe que eu ficaria?

Lembra do dia que eu fiquei sem você?
Eu encontrei um amigo que ria justo como você.
Sim, eu ficaria sozinha,
Sim, eu ficaria se eu pudusse.

*PS3: “PS1″ -> referente à ser/estar feliz.

*PS4: “PS2″ -> referente à este sábado inoportunamente medíocre e improdutivo, ao domingo que segue em estado de coma e às primeiras 19 impacientes horas da segunda-feira que dão fim à “Trilogia do Desespero”.

loyola, sempre…

Arquivado em: Uncategorized — licensetoconfuse @ 4:26 pm

“(…) Antes que ela pudesse esboçar uma reação – se é que ia – ou se surpreender, beijei-a na boca. Suavemente, com medo de uma rejeição. Luciana deixou e pensei que podia ter dado um beijo maior, colocando a língua entre os lábios.
- Este não veio do fundo, mas valeu.
- Vou te confessar, tive medo, sou tímido.
- Tímido? Não é o que parece, nem o que dizem. Olha, não valeu, não. Ainda me deve o primeiro beijo.
- É tão importante o primeiro?
- Mais que todos. No primeiro, a gente sabe se vai dar certo. O beijo não vem da boca.
- Vamos voltar, refazer o caminho?
- Pensa que a vida é uma fita de vídeo-tape? Pode apagar, gravar em cima? Deixa pra lá. Quero uma coisa de você.
- Que tom dramático!
- Quero me apaixonar. Sinto uma vontade enorme, estou moída de vontade, até me dói o corpo. Estou disponível. Corre o risco?
- Não é risco.
- Comigo é.
- De que modo?
- Só me entrego inteirinha quando estou apaixonada. Sou difícil, muito independente. Se me deixar solta, vai ganhar. Se me deixar solta pode me perder.
- O que você quer?
- Quero tudo.
- Acha possível?
- Não sei se é. Sei que tem de ser. Tenho esse direito. E uma certeza muito grande. Ninguém ainda me explorou inteiramente. Ainda há muita coisa, mas muita mesmo, a ser retirada. Depende de você. Topa?

you must chose

Arquivado em: Uncategorized — licensetoconfuse @ 3:53 pm

“the time has come, it’s time to decide if you wanna be the problem or the solution…”

- Sonic Smith -

Março 14, 2007

Arquivado em: Uncategorized — licensetoconfuse @ 3:26 pm

i just want it all to work out, i really do!

Março 12, 2007

everytime i rise i see me falling

Arquivado em: Uncategorized — licensetoconfuse @ 2:13 pm

nunca me senti tão incapaz de algo na vida.

seu sonho alí na sua frente e você não consegue dar um simples passo à frente para alcançá-lo?

eu odeio me sentir assim impotente, mal-humorada, com raiva de mim mesma e de todas as pessoas que acreditam em mim e me dão força só por causa da minha incompetência.

os dias oscilam com mais que freqüência de internet à rádio em dia de chuva. e eu me sinto numa montanha-russa de atitudes impensadas dentro deste meu caos organizado.

me sinto perdida, de verdade, sem muitas chances de me encontrar tão cedo…

vai ver eu tenho usado muito vermelho. nunca gostei muito de vermelho. eu torço pro grêmio, não pro inter.

não me pergunte e não leia com essa cara. eu tenho licensa pra (me) confundir.

coming up beyond belief
(…) more chaotic, no relief

(…) i’ll describe the way I feel
weeping wounds that never heal

(…) just like i swallowed half my stash
i never ever wanna crash

(…) i’m on sinking sand

(…) gravity, no escaping
gravity
gravity
no escaping
not for free
i fall down
hit the ground
make a heavy sound
every time (…)

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