license to confuse

Maio 12, 2009

Arquivado em: Uncategorized — licensetoconfuse @ 11:55 pm

mas e você, conhece o mario?

Abril 10, 2009

Arquivado em: Uncategorized — licensetoconfuse @ 5:21 pm

me entristece o sorriso que nunca vi
me magoa a palavra que nunca ouvi
com tudo que tive de ti por um segundo
uma vida inteira eu construí

Abril 5, 2009

Arquivado em: Uncategorized — licensetoconfuse @ 2:46 am

i feels so nice to acomplish it without your help,
on my own, by myself

Março 30, 2009

Arquivado em: Uncategorized — licensetoconfuse @ 3:32 am

saudade do amor contigo
de como me sinto bem comigo
me tira desse castigo
me beija infinito
e faz amor comigo

Março 21, 2009

Arquivado em: Uncategorized — licensetoconfuse @ 3:50 pm

sabe aquela semana em que eu não deveria sair de casa? essa.
sabe aquele dia em que tudo conspira pra que eu me arrependa de ter levantado da cama? hoje.

Fevereiro 15, 2009

stupid and contagious

Arquivado em: Uncategorized — licensetoconfuse @ 12:20 am

me irrita.

e é visceral. ferve o sangue e explode qualquer chance de ser racional.

só posso imaginar. me resta a confiança. toda e qualquer lembrança tampando a garganta

me consome.

me irrita.

Janeiro 27, 2009

carta aberta

Arquivado em: Uncategorized — licensetoconfuse @ 10:56 pm

Bom, com toda pieguice de início de ano, quando dizem que é época de renovar as esperanças e blá, blá, blá… Eu resolvi seguir o pensamento e ajeitar a minha vida voltando todos os meus pensamentos apenas naquilo que possa fazer bem pra mim.

E começo pelo meu coração. Ele sempre foi frágil demais e agora é hora de livrá-lo de todas as mágoas e frustrações que passei nos últimos anos e nada mais prático do que começar a livrá-lo de você.

Finalmente posso me sentir livre de toda agonia em que eu me coloquei a partir do momento em que me dediquei a absorver as suas palavras. Não o culpo por nada, fui eu que resolvi deixar entrar os seus pensamentos e agonias e compartilhá-los com os meus sentimentos.

Prefiro que esta seja uma despedida unilateral: eu digo “adeus” e viro as costas sem nunca mais olhar para trás, sem, sequer, ouvir o que você possa vir a dizer. O momento agora é meu de egoísmo e faço muito em dar alguma satisfação, mas faz parte do meu tratamento dizer o que penso, e como ele é meu tratamento, eu escolho dizer sem ouvir. Porque não viria a acreditar, mesmo, em qualquer nova palavra sua. Seu silêncio já me disse tudo.

Peço um favor final: não me procure, não me escreva, não me ligue, não tente me convencer de que eu possa estar errada, não perca seu tempo, você sempre foi ocupado demais para dar qualquer satisfação então não se dê ao trabalho de fazê-lo agora. Soaria um pouco pior que o vazio desse tempo que passou sem ecoar qualquer palavra, não se humilhe.

Você deve se lembrar daquele filme “Brilho eterno de uma mente sem lembranças”. Eis aqui o final do tratamento: escolhi você pra iniciar minha vida nova, ou melhor, resolvi iniciá-la sem você. Sinta-se anistiado de toda e qualquer dívida que tenha comigo e saiba que agora eu me sinto mais feliz.

E saiba que mesmo assim, aprendi muito com você. Aprendi a não me iludir mais e isso, sim, vai ser muito importante pra mim.

Obrigada.

Novembro 19, 2008

amor

Arquivado em: Uncategorized — licensetoconfuse @ 2:39 am

saudade de quem me ama na minha roupa de cama

saudade do teu pêlo, da tua cor e do teu cheiro em meu travesseiro

Novembro 14, 2008

Arquivado em: Uncategorized — licensetoconfuse @ 10:56 pm

- como saber se tenho amigos?

- oras, com que freqüência você joga “imagem & ação” ?

Novembro 6, 2008

porque

Arquivado em: Uncategorized — licensetoconfuse @ 11:18 pm

não existe sentimento que possa se transformar em palavras. as melhores partes não estão nos capítulos anteriores.

não há crônica que possa tocar os momentos que, realmente, marcaram. nossos sonhos nos olhares e no passado dos dias em que vivemos juntos, todos nós.

e agora não há post que retrate a dor que se sente em lembrar de todas as efêmeras alegrias que compartilhamos. valeram a pena pra aliviar os pesares que dividimos nos anos em que pudemos deixar o real de lado. agora elas faltam, deixam um vazio de medos gigantescos de não sermos mais esperançosos outra vez, de não nos conhecermos mais como antes. de não mais podermos entregar uns aos outros tudo que tínhamos a oferecer: nossas almas desesperadas.

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